Mais de 66% da população bebe água com adição de flúor, apesar do fato de que os estudos continuam a questionar sua segurança e utilidade para o propósito declarado: prevenir cáries.
Vários países – incluindo Alemanha, Suécia, Japão, Holanda, Finlândia e Israel – já pararam essa prática perigosa, mas muitos americanos ainda estão em risco.
Sabe-se há anos que o consumo de água fluoretada está ligado à disfunção tireoidiana e a problemas comportamentais, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
A importância do iodo para a tireoide
O iodo é essencial para a produção dos hormônios tireoidianos T3 e T4. A deficiência de iodo pode levar ao hipotireoidismo, bócio e outras complicações.
Fontes naturais de iodo incluem algas marinhas, peixes de água salgada, laticínios e ovos.
Iodo: o mineral essencial para sua tireoide
O iodo é um mineral fascinante e essencial — o único que o corpo humano precisa especificamente para a produção de hormônios tireoidianos. As células da tireoide são as únicas no corpo capazes de captar e concentrar iodo, usando-o para fabricar T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que regulam o metabolismo de cada célula do seu corpo. Sem iodo suficiente, simplesmente não há produção hormonal adequada.
A deficiência de iodo é mais comum do que se imagina. A segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo têm ingestão inadequada de iodo. No Brasil, estudos indicam que a deficiência leve a moderada voltou a crescer nas últimas décadas. Os sintomas vão desde fadiga e ganho de peso até infertilidade, queda de cabelo e pele seca — sinais que muitas vezes são confundidos com outros problemas.
O flúor presente na água tratada é um dos principais antagonistas do iodo. Ambos pertencem à família dos halogênios e competem pelos mesmos receptores na tireoide. Quando o flúor ocupa esses receptores no lugar do iodo, a produção hormonal fica comprometida. Um estudo publicado no Journal of Epidemiology & Community Health encontrou uma correlação direta entre níveis elevados de flúor na água e maior incidência de hipotireoidismo.
Na dieta cetogênica, você pode obter iodo de fontes naturais deliciosas: algas marinhas (nori, kombu, wakame) são as fontes mais concentradas — uma única folha de nori fornece iodo suficiente para o dia. O sal marinho não iodado não contém iodo, então prefira o sal rosa do Himalaia ou adicione algas à sua alimentação. Ovos caipiras, peixes de água salgada (salmão selvagem, sardinha, cavala) e frutos do mar também são excelentes fontes cetogênicas.
O selênio é um parceiro indispensável do iodo — ele ativa as enzimas que convertem o T4 (armazenado) em T3 (ativo) no fígado e nos rins. segundo o National Institutes of Health (NIH) A castanha-do-pará é a fonte mais rica: apenas duas castanhas por dia fornecem a dose ideal de selênio. Zinco (sementes de abóbora, carne bovina) e ferro (carnes vermelhas, folhas verde-escuras) também são cofatores essenciais para a saúde tireoidiana. Sua tireoide agradece quando você nutre todo o sistema, não apenas um mineral isolado!